
À esquerda como mediador durante a mesa-redonda de FC (foto gentilmente "roubada" de Hugo Vera)
Últimamente não tenho tido nem tempo nem a devida paciência para escrever neste blog. Estou redigindo aos poucos um post sobre “dicas para vendedores de livros” seguindo as tendências de pesquisa do blog, fazê-lo do jeito certo, leva tempo. Tudo leva tempo.
Eventualmente comento no blog do Tibor Moricz e leio a coluna do Roberto Causo no Terra, admiro ambos, diferentes do resto produzem muito mais do que falam. Tive uma dose considerável de envolvimento com eventos/escritores/fãs nos últimos meses e me afastei deles por vontade própria, buscando foco e desenvolvimento do terreno pessoal que se encontrava abandonado há algum tempo. Aos poucos estou voltando a encontrar aquele rapaz meio-argentino-meio-brasileiro que usa as minhas cuecas, o calzoncillos, quién sabe, no?
Fui ao aniversário de 3 anos do meu irmãozinho, Nicolás. Re-encontrei e vi a minha família. É muito bom rever a família depois de quase 6 meses de separação. Foi muito bom revê-los e conversar de novo.
Abaixo uma foto dos quatro (eu sai com cara de Walter Bishop):
Tenho me dedicado com afinco ao crescimento e fortalecimento da minha atual renda e empresa, Maxtronick, onde sou Gerente de Relacionamento Comercial, onde comprei a briga (ou chamei para mim a responsabilidade) dos setores de marketing e comercial. A oportunidade de crescimento é visível e as ferramentas estão ao alcance do meu intelecto, as doses homeopáticas das melhoras na empresa são atrozes mas a emersão é visível e quantificável. Isso me satisfaz.
Vou dormir agora mas prometo a mim mesmo que amanhã lerei Borges. Sempre que passo muito tempo sem ler Borges sinto que o resto das partes que compõem a realidade vão ficando progressivamente e sistematicamente mais pobres, mais miseráveis, mais indignas, e começam a me impregnar com essa essência pútrida, ler Borges parece esclarecer, clarificar e expurgar essa versão pobre e infeliz da realidade.





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